Black Is... Black Ain’t
Marlon T. Riggs
Documentário : 87’ / VIH-sida, BIPOC, Comunidade, Memória

O derradeiro filme do cineasta Marlon T. Riggs mergulha no coração dos explosivos debates sobre Identidade Negra. Os Afro-Americanos sempre foram alvo de estereótipos por parte dos Americanos Brancos, mas as definições rígidas de “Negritude” que os próprios Afro-Americanos impõem uns aos outros, afirma Riggs, têm sido igualmente devastadoras. Existe uma Identidade Negra “essencial”? Existe uma prova decisiva que defina o verdadeiro homem Negro e a verdadeira mulher Negra? Riggs usa a receita do gumbo da sua avó como metáfora para a rica diversidade das identidades Negras e cria um saboroso guisado de testemunhos pessoais, música e história. A sua câmara percorre o país, colocando-nos cara a cara com pessoas Negras (jovens e idosas, ricas e pobres, do campo e da cidade, homossexuais e heterossexuais) que se debatem com o paradoxo das inúmeras e, muitas vezes, contestadas definições de Negritude. 

 

QL - Retrospetiva
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/ Detalhes

Ano: 1995

País: EUA

Língua: inglês

Legendas: português

Elenco: Marlon T. Riggs, Bill T. Jones, Essex Hemphill, Angela Davis, Bell Hooks, Cornel West, Michele Wallace, Barbara Smith, Maulana Karenga

/ Realização

Marlon T. Riggs

EUA


Marlon Troy Riggs (1957–1994) foi um premiado cineasta, artista, educador, poeta e ativista pelos direitos dos homossexuais. Nasceu em Fort Worth, no Texas, e licenciou-se magna cum laude pela Universidade de Harvard em 1978, com especialização em História. Enquanto esteve em Harvard, Riggs dedicou-se a um estudo independente sobre a representação da homossexualidade masculina na ficção e na poesia americanas. Em 1981, obteve um mestrado em Jornalismo, com especialização em Cinema Documental, pela Universidade da Califórnia, em Berkeley. Riggs escreveu, produziu e realizou oito filmes e vídeos. Escreveu também inúmeros artigos académicos e concedeu entrevistas sobre identidade, política, censura, cultura afro-americana e prática do cinema documental. Trabalhando no auge das guerras culturais da década de 1990, Riggs analisou temas altamente controversos no âmbito da identidade americana e da cultura afro-americana. 

 


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